da Violeta
quarta-feira, 29 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
"Uma vez, já há algum tempo, eu tive um sonho, que mais parecia uma espécie de pesadelo.
Sabem como quando a hóstia, que uma pessoa comunga na missa, é consagrada pelo Senhor Padre, torna-se o Corpo de Jesus Cristo, e ao tomarmos a hóstia, recebemos Jesus Cristo no nosso coração, como se fossemos um Sacrário vivo.
No meu sonho, Jesus Cristo era esse Sacrário Vivo, e eu estava nessa hóstia que Ele comungou. Ao passar pelo esófago de Jesus Cristo, o material da hóstia passou para o estômago, mas no esófago havia uma espécie de filtro que não me deixou passar também para o estômago. Em vez disso fez com que eu fosse brutalmente separado da minha hóstia, e levado para o Coração de Jesus Cristo.
Lembro-me que, no meu sonho, o Coração de Jesus era um sítio muito quente e apertado, muito desconfortável e cheio de maldade. Não me sentia lá bem. Não dava para respirar lá dentro. Era um sítio escuro e confuso. Queria sair, já não queria mais estar ali dentro. Só pensava que já não queria mais estar no Coração de Jesus.
Recordo-me de acordar nesse dia cheio de calor e muito abafado, e de pensar que era muito estranho eu ter tido esse sonho. Estranhei também o facto do próprio coração de Jesus ter sido um lugar tão desagradável. Só dizia a mim mesmo várias vezes “Não quero ir para o Coração de Jesus, não quero ir para o Coração de Jesus!” Mas depois pensei que era ridículo o que estava a dizer, e que era só um sonho e que os sonhos não têm sentido nenhum.
Passado algum tempo eu pus-me a refletir no meu sonho estranho, e pensei que afinal esse sonho podia ter algum sentido. Se pensarmos que Jesus está na hóstia que comungamos aos domingos, e que Ele entra nos nossos corações quando o recebermos, Ele não se iria sentir tão bem dentro de um coração “quente e apertado, muito desconfortável e cheio de maldade”, sem conseguir “respirar lá dentro” desse “sítio escuro e confuso”. Se o nosso coração for mau, Jesus iria querer sair e não entrar mais, nem estar lá mais. "
Anónimo
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Cachorrinhos vendem-se
- Por quanto vai vender os cachorrinhos? - perguntou.
- Entre 30 a 50 dólares - respondeu o dono da loja.
- Tenho 2 dólares e 37 cêntimos - disse o rapazinho. - Posso vê-los?
O dono da loja sorriu e assobiou, e do canil saíram cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos ia ficando para trás. O rapazinho distinguiu imediatamente o cachorrinho atrasado e que coxeava e disse:
- O que é que tem aquele cãozinho?
O dono da loja explicou que ele não tinha o encaixe da anca e que seria sempre coxo. O rapazinho ficou excitado:
- É esse cãozinho que eu quero comprar.
O dono da loja comentou:
-Não, não queres comprar esse cãozinho. Se o queres, dou-to.
O rapazinho ficou muito aborrecido. Olhou bem nos olhos do dono da loja e disse:
- Não quero que mo dê. Esse cãozinho vale cada cêntimo, tal como os outros e vou pagar o preço total. Vou dar-lhe 2 dólares e 37 agora e 50 cêntimos por mês até o ter pago.
O dono da loja insistiu.
Não vais querer comprar este cãozinho. Nunca vai conseguir correr e saltar contigo como os outros cãezinhos.
A isto, o rapaz respondeu, baixando-se e levantando a perna da calça mostrou a perna esquerda muito torta e defeituosa presa por um grande aro de metal. Olhou para o dono da loja e respondeu suavemente:
- Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que o compreenda! "
Dan Clark
sábado, 18 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
sábado, 11 de julho de 2015
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Um Gesto Simples
"Um dia, Mark veio da escola a caminho de casa quando reparou que o rapaz que ia a sua frente tropeçou e deixou cair todos os livros que levava, duas camisolas, um bastão de basebol, uma luva e um gravador pequeno. Mark ajoelhou-se e ajudou o rapaz a apanhar os objectos espalhados. Como iam na mesma direcção, ajudou-o a levar parte da carga. Enquanto caminhavam, Mark descobriu que o nome do rapaz era Bill, que gostava de jogos de computador, de basebol e de História, que estava a ter dificuldades com as outras disciplinas e que acabara de romper com a namorada.
Mark foi para casa depois de deixar Bill na dele. Continuaram a ver-se na escola e almoçaram uma ou duas vezes. Depois, acabaram ambos o preparatório. Acabaram por ir ao mesmo liceu, onde foram tendo breves contactos ao longo dos anos. Por fim, o tão esperado ano final chegou. Três semanas antes de acabarem o curso, Bill perguntou a Mark se podiam falar.
Bill recordou aquele dia, havia anos em que se tinham conhecido.
- Nunca pensaste porque eu levava tanta coisa para casa naquele dia? - perguntou Bill. - Sabes, tinha limpo o meu cacifo porque não queria deixar-lo desarrumado para outra pessoa. Tinha guardado alguns comprimidos para dormir da minha mãe e ia para casa para suicidar-me. Mas depois de passarmos algum tempo juntos a falar e a rir. percebi que, se me tivesse suicidado, teria perdido esse momento e muitos outros que poderiam seguir-se. Por isso Mark estás a ver, quando me apanhaste os livros, nesse dia, fizeste muito mais do que isso. Salvaste-me a vida. "
John W. Schlatter
sábado, 4 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
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